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fadas200

Arquivo: Junho 2008

01/06/2008 GMT 13

fadas200

rafaela13 @ 09:23

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!

QUEM ERA MORGANA?

Como muitos indivíduos legendários e românticos, há versões conflitantes sobre quem o que foi Morgana. O historiador e cronista do século XII, Geoffroi de Monmouth, escreveu que "sua beleza era muito maior do que a de suas nove irmãs. Seu nome é Morgana e ela aprendeu a usar todas as plantas para curar as doenças do corpo. Ela também conhece a arte de mudar de forma, de voar pelo ar...ela ensinou astrologia às irmãs."

Relatos antigos contam-nos que ela era uma Velha Deusa da Sabedoria, a Senhora e Rainha de Avalon, a Alta Sacerdotisa da Antiga Religião Celta. Aprendeu magia e astronomia com Merlim. Alguns achavam que ela era uma "fada arrogante", pois era símbolo de rebeldia feminina contra a autoridade masculina. Quando zangada, era difícil agradar ou aplacar Morgana; outras vezes, podia ser doce, gentil a afável. Também era descrita como "a mulher mais quente e sensual de toda a Grã-Bretanha."

Morgana era um enigma aos seus adversários políticos e religiosos. Os escrivões cristãos transformaram-na em demônio, talvez devido ao seu papel como sacerdotisa de uma Antiga Religião, que eles estavam tentando desacreditar nas suas investidas para cristianizar a estrutura de poder da Grã-Bretanha. Ela, entretanto, defendeu valentemente a fé das Fadas e as práticas dos druidas, achando entre os camponeses simples seus mais fiéis seguidores. Ela negou as acusações de prostituição dos monges e missionários cristãos.

É Morgana, que depois da batalha final, ampara o irmão ferido de morte e o cuida com o zelo de uma mãe e consoladora espiritual.

O cristianismo menospreza o poder e o conhecimento de Morgana, do mesmo modo com que impediu a mulher à ascender ao sacerdócio, anulando completamente o seu poder pessoal.

Por Rosane Volpatto

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 8:03 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Sábado, Maio 24, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!

Continuando...

Práticas religiosas são baseadas em uma necessidade psicológica. A necessidade interior ou espiritual era aqui projetada no mundo concreto e encontrada através de um ato simbólico Se os rituais de prostituição sagrada fossem examinados sob essa luz, torna-se evidente que todas as mulheres devessem, uma vez na vida, dar-se não a um homem em particular, mas à Deusa, a seu próprio instinto, ao princípio Eros que nela existia.

Para a mulher, o significado da experiência devia residir na sua submissão ao instinto, não importando que forma a experiência lhe acontecesse. Depois de passar por essa iniciação, os elementos de desejo e de posse ficam para trás, transmutados através da apreciação de que sua sexualidade e instinto são expressões de força de vida divina cuja experiência no plano humano.

A nível transpessoal, o "matrimônio sagrado" envolve o mistério da transformação do físico para o espiritual, e vice-versa. Cada pessoa conecta-se com o universo como se fosse célula única no organismo do campo planetário da consciência. A partir da união do humano com o divino, a "Criança Divina" nasce. A "Criança Divina" é a vida nova, vida com nova compreensão, vida portadora de visão iluminante para o mundo.

Por Rosane Volpatto

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 10:14 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 2

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[Quarta-feira, Maio 21, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Continuando o post sobre MORGANA

Morgana representa na lenda arturiana, a figura de uma Deusa Tríplice da morte, da ressurreição e do nascimento, incorporando uma jovem e bela donzela, uma vigorosa mãe criadora ou uma bruxa portadora da morte. Sua comunidade consta de um total de nove sacerdotisas (Gliten, Tyrone, Mazoe, Glitonea, Cliten, Thitis, Thetis, Moronoe e Morgana) que, nos tempos romanos, habitavam uma ilha diante das costas da Bretanha.

Falam também das nove donzelas que, no submundo galês, vigiam o caldeirão que Artur procura, como pressagiando a procura do Santo Graal. Morgana faz seu debut literário no poema de Godofredo de Monntouth intitulado "Vita Merlini", como feiticeira benigna.
Mas sob a pressão religiosa, os autores a convertem em uma irmã bastarda do rei, ambígua, freqüentemente maliciosa, tutelada por Merlim, perturbadora e fonte de problemas.

Nenhum personagem feminino foi tão confusamente descrito e distorcido como Morgana ou Morgan Le Fay. A tradição cristã a apresenta como uma bruxa perversa que seduz seu irmão mais novo, Artur, e dele concebe o filho. Entretanto, nesta época, em outras tribos celtas, como em muitas outras culturas, o sangue real não se misturava e era muito comum casarem irmãos, sem que isso acarretasse o estigma do incesto.

Morgana e Artur tiveram um filho fruto de um Matrimônio Sagrado entre a Deusa (Morgana encarna como Sacerdotisa) e o futuro rei.

O "Matrimônio Sagrado" era um ritual, no qual a vida sexual da mulher era dedicada à própria Deusa através de um ato de prostituição executado no templo. Essas práticas parecem, sob o ponto de vista da nossa experiência puritana, meramente licenciosas. Mas não podemos ignorar que elas faziam parte de uma religião, ou seja, eram um meio de adaptação ao reino interior ou espiritual.

Texto de Rosane Volpatto

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 3:51 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Quarta-feira, Maio 14, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

FADA MORGANA

Atrás de Guinevere estão as tradições das rainhas celtas. Atrás de Morgana e da Dama do Lago, se ocultam tradições de sacerdotisas e Deusas. A rainha celta reinava por direito próprio, comandava exércitos como Boadicea e tinha amantes. Para os autores medievais esta liberdade e igualdade da mulher era inaceitável e incompreensível. Ela foi considerada libertina e atrevida ao se tornar infiel.

Da mesma forma, dado que o mito pagão e a magia são considerados os piores dos pecados, Morgana se converte em uma bruxa que conspira contra Artur, e Nimue, a dama do Lago, passa a ser a ruína do embrutecido Merlim. Mas a história poderia ter sido bem diferente, não é mesmo? Pois sabe-se hoje, que o amor não é um sentimento que precise testemunhas, muito menos ser negociado, como foi imposto à Guinevere.

Na nossa Era, as mulheres já conquistaram seu espaço e o respeito dos homens e hoje nos unimos à eles através do amor da alma. Na tradição celta existe um belo entendimento do amor que resume-se a uma palavra: "anan cara". Anam é a palavra gaélica para alma e cara é a palavra para amigo.

Na vida de todos, existe uma grande necessidade de um anam cara, um amigo da alma. Neste amor, somos compreendidos tal como somos, sem máscara ou afetação. As mentiras e meias-verdades superficiais e funcionais das relações sociais se dissolvem e pode-se ser como realmente se é.

O amor permite que a compreensão se manifeste, pois quando se é compreendido, fica-se à vontade. A compreensão alimenta a relação. Quando nos sentimos realmente compreendidos, sentimo-nos desembaraçados para nos libertar à confiança e abrigo da alma da outra pessoa.

Este reconhecimento é descrito neste belo verso:

"TU NÃO TE PARECES COM NINGUÉM PORQUE TE AMO" Pablo Neruda

FADA MORGANA

Quando danço com a Vida

danço meu próprio ritmo

mantendo o meu compasso

Minhas marés anímicas

estão alinhadas e fluem

com a minha pulsação

minha expressão única

Reverenciando a mim mesma

eu reverencio tudo

Quando você dança

com a sinfonia da Vida

qual é seu ritmo?

É rápido ou lento

lépido ou litúrgico

repetitivo ou volúvel?

Você deixa o ritmo levá-la(o)

ou abatê-la(o)

acalmá-la(o)

encorajá-la(o)

ou perturbá--la(o)?

Como é seu ritmo?

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:54 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 8

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[Quinta-feira, Maio 08, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Grande Mãe, Mãe Terra, Mãe, a face mais conhecida da Deusa...
Simboliza aquela que dá a vida. Ela se preocupa com seus filhos, ela é fértil, sexual, justa, segura de si.

Mães, peço que hoje, ao anoitecer, vocês saiam de casa e procurem a estrela mais brilhante que há no céu. Depois
entrem em casa, posicionem-se em frente ao espelho e encontrem a estrela mais fulgurante que há na terra!

Parabéns a todas nós!

Beijos com a Benção da Grande Mãe!

por Tanta * 8:09 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 3

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[Quarta-feira, Abril 30, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Recebi este lindo presente da Fadinha Izabela do Fadas e Sonhos, um lugar muito lindo.
Obrigada Fadinha! Que teu Reino continue assim maravilhoso!

Desejo a todos um bom feriado.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 8:24 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 5

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[Sexta-feira, Abril 18, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

TERRITÓRIO DAS FADAS

Entre os latinos, os celtas, os germanos, e romanos, as divindades da natureza e dos elementos eram chamados de "genius loci", o "gênio do local".

Os altares e templos consagrados as ninfas, as ondinas e aos silfos não eram edificados em qualquer parte, e sim em determinados locais precisos. Do mesmo modo, as cidades se construíam em territórios eleitos entre todos pelas qualidades dos "espíritos dos lugares" que habitavam neles.

Os antigos temiam os poderes das fadas, do mesmo modo que se maravilhavam com eles. Assim, os camponeses e pastores nunca se aventuravam no interior de grutas construídas por fadas sem praticar uma oferenda aos gênios do local. Essa oferenda podia resumir-se em um pequeno galho de determinada árvore, um pedaço de pão ou algumas gotas de leite. Acompanhando a oferenda, devia ser feito um voto, para ganhar a confiança delas.

Muitas dessas grutas existiam, como: as grutas druídicas de Plombières; a "Cova das fadas", na cercania das ruínas do castelo de Urfè; entre outras.

Corneille de Kempen nos assegura que, nos tempos de Lotario, havia em Frisia numerosas fadas que moravam em cavernas, em torno das montanhas, e que só saíam com a luz da lua. Olaus Magnus disse que se viam muitas na Suécia em seu tempo: "Têm por morada grutas escuras no mais profundo dos bosques; as vezes me mostram, falam para aqueles que as consultam e desaparecem subitamente."

As colinas, os túmulos e as pedras druídicas também são consideradas obras das "boas damas". A alguns quilômetros de Blois, entre Pont-Leroy e Thenay, se observa uma "Pedra da meia-noite" que, ao que parece, gira sobre si mesma todos os anos na noite de Natal. Perto de Tours existe outra pedra giratória; se diz que as fadas a depositaram ali sustentando-a com a ponta dos dedos.

Supunha-se que os menires (pedras sagradas) atraíam as fadas, que dançavam ao seu redor durante noites inteiras, a maneira das sacerdotisas celtas das quais eram descendentes.

Também se contava, no norte da Europa, que as fadas se reuniam a noite em torno das pedras sagradas com instrumentos musicais fabulosos para interpretar uma dança chamada "chorea Elvarum", a "Dança dos Elfos". Mas as fadas detestavam ser observadas durante esses festejos e ao menor ruído desapareciam em uma fração de segundos.

CRUZADA CONTRA AS FADAS

Quando se produz a expansão do cristianismo, todos os altares consagrados aos gênios locais, aos deuses campestres, aos elfos e as fadas, assim como os cultos à eles celebrados, foram em primeiro momento condenados e proibidos pelo clero.

No vigésimo terceiro concílio de Arles, que se celebrou em 442, proibiu o culto das árvores, das pedras e das fontes. Essas proibições foram repetidas por concílios posteriores, como o Tours, em 567, o Leptines, em 743.

Um capitulo de Aquisgrás, escrito no ano de 789, qualificou de sacrílegos todos os pagãos que seguiam acendendo fogueiras a noite perto das árvores, dos menires e das fontes, em homenagem as entidades feéricas. As leis de Luitprand renovaram a proibição.

Entretanto, todas essas medidas resultaram ineficazes. O povo, por muitos séculos, continuou desafiando as proibições para ir render homenagem ao pequeno povo das fadas. Por isso, os clérigos pouco a pouco se viram obrigados a reconverter esses templos pagãos em lugares em culto cristãos.

A maioria dos centros cristãos importantes foram edificados em antigos lugares de cultos pagãos. Assim, o monte Tombe, antigo lugar de peregrinação celta, foi transformado em Mont-Saint-Michel. A catedral de Paris se elevou sobre um antigo templo galês consagrado a Lug, o Deus da Luz. E os altares campestres, as árvores sagradas, as cavernas habitadas por fadas foram convertidos em lugares de adoração da Virgem Maria, que por essa razão, se converteu a padroeira das fadas. Alguns afirmam inclusive, que um bom número de milagres ou aparições que tiveram lugar nesses antigos lugares pagãos, não eram, senão manifestações das fadas.

A crença nas fadas, não se opõe em nada a crença cristã, ao contrário, a anuncia em muitos pontos. Recordemos, por exemplo, a importância do número três nas manifestações feéricas. O três é igualmente símbolo da Trindade cristã. As Igrejas cristãs primitivas o compreendiam perfeitamente: assim, se pode ver na Grécia um ícone ortodoxo em que Cristo aparece com criaturas aladas que se parecem tanto com os elfos como os anjos.

Foi a imagem da Virgem Maria que os sacerdotes colocaram em cima das árvores sagradas. O velho carvalho de Loupe, parece ter sido um desses antigos monumentos de culto druídico metamorfoseado pela religião cristã, pois hoje em dia o chamam de carvalho da boa Virgem. Os dolmens foram transformados em calvários; as fontes mágicas e os grandes carvalhos dos druidas foram consagrados a Virgem, e as plantas e ervas medicinais de virtudes maravilhosas, que as bruxas iam colher a luz da lua, foram colocadas debaixo do patrocínio dos santos. Mas, por baixo do manto da religião, as fadas continuaram a exercer sua função de madrinhas dos homens.

Texto pesquisado e desenvolvido por ROSANE VOLPATTO

por Tanta * 8:23 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 6

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[Terça-feira, Abril 15, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Ganhei (eu e todas as fadinhas participantes) mais um lindo selo da Ma (Bewitched) pela participação no seu contest Moonlight Fairy Dust
Obrigada Ma!

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:53 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 7

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[Terça-feira, Abril 08, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

OFERENDAS PARA AS FADAS

As fadas são os seres feéricos que podem fazer com que tua vida flua ou que seja uma luta absoluta. Fazer-lhes oferendas é uma maneira de ajudar para que a energia em tua vida flua e se unifique.

As fadas gostam de caramelos, frutas, pastéis, sucos e outros presentes da Terra. É uma boa idéia deixar-lhes uma pequena porção de qualquer de teus pratos do Sabbath. Em Cornualles, o costume era não repreender nunca uma criança que derramasse leite, porque o leite derramado se considerava um presente para as fadas, e uma reprimenda faria com que parecesse que estavas dando com má vontade.

Na Inglaterra, tradicionalmente, as pessoas deixavam oferendas de leite açucarado e pão em suas cozinhas para favorecer a presença e a proteção desses seres mágicos. Outros alimentos que gostam esses seres são o gengibre moído, a cevada, os doces, a manteiga, o leite e o mel. Se quiseres podes colocar tuas oferendas feéricas em frente ao pentagrama ou em uma taça consagrada que podes deixar no jardim ou no pátio.

Confira agora uma lista de alimentos e bebidas que poderás utilizar como oferendas para as Fadas:

CERVEJA: Esta é uma das bebidas preferidas pelos seres feéricos. A fabricação da cerveja é um processo que requer a bênção dos seres feéricos, especialmente se queres que tenha um bom sabor. Entretanto, eles são um pouco exigentes, gostam de cerveja alemã ou belga. Talvez porque não tenham experimentado a brasileira!

PASTÉIS E DOCES: Como as crianças, as fadas têm necessidade de açúcar que pode ser saciada com pastéis e doces.

PRODUTOS LÁCTEOS: Devido à sua associação com animais de fazendas e com o primeiro ordenho de Imbolc, os seres feéricos apreciam as oferendas de leite, manteiga, queijo, etc. Talvez porque o leite está associado à Mãe, é um dos produtos favoritos desses seres. Se o leite derrama, não se aborreça, pois é considerado uma oferenda para os seres feéricos.

FRUTA: Tradicionalmente, a primeira e a última fruta de uma árvore frutífera se deixa como oferenda para a energia feérica. Os seres feéricos gostam de todos os tipos de frutas, como maçãs, pêras, pêssegos, ameixas, etc.

MEL: O gosto pelo doce é plenamente satisfeito com o mel, mas prefira oferecer-lhes o mel silvestre.

SUCOS: Os sucos preferidos pelas fadas são os doces como o de maçã, uva e cereja.

ESPECIARIAS: Os seres feéricos sentem verdadeira atração por especiarias aromáticas como o gengibre, o louro, o tomilho, a canela, a alfavaca-cheirosa, alecrim.

CHÁS: Os seres feéricos gostam de chás, especialmente aqueles que são feitos de camomila, sassafrás, pêssego, maçã, baunilha.

VEGETAIS: De modo igual que ocorre com as frutas, a primeira e a última parte de uma colheita, como o último talo do milho, se deixa como oferenda às fadas. Além do milho, há outros vegetais dos quais esses seres disfrutam especialmente, incluídos as cenouras, os tomates, os pepinos, os feijões e os cereais em geral. Quando picares verduras, deixe o último pedaço e enterre-o na terra como oferenda para as fadas. Elas lhe serão muito gratas!

ÁGUA: Por ser um Elemento básico, as fadas preferem a água pura e natural, sem elementos químicos. Para oferenda tente sempre coletar água da chuva, do orvalho ou de fontes naturais. Pode-se usar a água mineral sem gás.

VINHOS E LICORES: Certos seres feéricos das casas têm como tarefa à proteção da adega, o armazenamento de cervejas, vinhos e licores. A tarefa de elaboração do vinho, assim como da cerveja, é um processo ao qual os seres feéricos podem ajudar ou dificultar. Eles sempre apreciam uma oferenda de vinhos e licores que podem ser usados em suas celebrações.

Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 5:12 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 6

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[Segunda-feira, Abril 07, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Ganhei um selinho da Campanha da Amizade muito bacana e devo repassá-lo para dez blogs. E estes dez devem repassar para mais dez cada um.
Eu já repassei!

Obrigada Feiticeira Lunar!!!

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 12:46 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 2

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[Quinta-feira, Abril 03, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

FADAS, QUEM SÃO ELAS?

A literatura da Idade Média e os contos infantis maravilhosos nos ensinam que as fadas são seres femininos dotados de poderes sobrenaturais. Fisicamente, aparecem sempre com traços de uma jovem dama de beleza excepcional, ricamente vestida com trajes cujas cores dominantes são o branco, o ouro, o azul e sobre tudo o verde. Sua varinha mágica com uma estrela na ponta é símbolo de seus poderes mágicos. Está ainda dotada de uma sedução a qual mortal nenhum pode resistir. As crianças a adoram como sua mãe; os jovens se apaixonam perdidamente por ela e lhe consagram corpo e alma.

A fada é o ideal feminino, símbolo do "anima", que encarna a virgem, a irmã, a esposa e a mãe. É a mulher por excelência, perfeita e inacessível. É também um agente da Providência, que distribuiu riqueza, fecundidade e felicidade, ajudando os heróis em perigo e servindo de inspiração para artistas e poetas. A fada é ainda, uma fiandeira do destino, como as Parcas romanas e as Moiras gregas. São elas que tecem o fio da vida e assistem o nascimento das crianças humanas para presenteá-los com dons. São elas também, quem rompe esse fio e anunciam a morte dos seres humanos, antes de levá-los a seus palácios encantados, no País das Fadas.

Mas a fada é por último, uma divindade da natureza, associada especialmente as árvores, aos bosques, as águas das fontes e das flores dos jardins. Aqui elas já aparecem com um aspecto não tão nobre e altivo das damas surgidas nas novelas da Idade Média e sim com a forma de uma pequena criatura, apenas vestida com telas translúcidas em tons pastel e dotada de asas de libélula.

Como podemos acompanhar muito já se fantasiou a respeito das fadas, mas pergunta-se: mas quem são e como são realmente as fadas?

As fadas são uma raça de donzelas quase imortais, às quais os primitivos nativos da Itália davam o nome de "Fatae". O culto medieval siciliano das fadas, bem documentado pela Inquisição Espanhola, estava associado à Deusa Diana, que os italianos há muito tempo já chamavam de "A Rainha das Fadas". Diana era cultuada na Itália no Lago Nemi, onde outrora existira seu templo (500 a. C.).

As fadas italianas formavam grupos chamados de "Companhias" como a "Companhia dos Nobres" e a "Companhia dos Pobres". Tanto os homens quanto as fadas pertenciam a estas "Companhias", que eram essencialmente matriarcais, embora se encontrassem nelas elementos masculinos. Essas fadas possuíam o poder de abençoar os campos, curar doenças e atrair a boa sorte. Somente através de preciosos presentes, podia-se aplacar a ira de uma fada e livrar-se de seus encantamentos. Tais oferendas só seriam aceitas se depositadas através das mãos de mulheres humanas.

Porém, o mais antigo registro das fadas, retratadas como pequenos seres alados, surgiram na arte etrusca à cerca de 600 a.C na forma de "Lasa", espíritos do campo e das floresta. As Lasa eram descritas como pequenos seres humanos alados que flutuavam sobre um recipiente com incenso ou sobre uma bacia votiva. Estas primeiras fadas estavam também associadas ao culto dos ancestrais e eram encontradas nos templos etruscos. Estavam ainda, identificadas com a vegetação e com todos os segredos da Natureza.

A palavra "fairy" (inglesa), conhecida hoje é bem recente e foi usada, as vezes, para denominar mulheres mortais que haviam adquirido poderes mágicos, tal como a usou Malory para Morgan le Fay. Mas "fairy" originalmente significava "fai-erie", um estado de encantamento e se transferiu do objeto ao agente. Dizia-se que as próprias fadas desaprovavam essa palavra e gostavam de ser chamadas com termos eufemísticos como: "Os Bons Vizinhos" ou "Boa Gente". Ao longo das Ilhas Britânicas se utilizam muitos nomes para as fadas.

A palavra francesa "fai", procedia originalmente do italiano "fatae", as damas feéricas que visitavam as famílias quando havia um nascimento e se pronunciavam sobre o futuro da nova criatura, tal como faziam as Parcas.

As imagens das fadas só vieram a surgir na arte celta após a ascensão do cristianismo, ou seja, depois da ocupação romana.

Hoje, acredita-se que o povo de Tuatha de Danann está associado ao Reino das Fadas. Isto se deve a sua misteriosa aparição às Ilhas Britânicas envoltos em brumas. Lá encontraram o povo Fir Bolg, os quais derrotaram na batalha de Moytura. Posteriormente, quando os celtas invadiram a Grã-Bretanha (600-500 a.C.), os Tuatha De Danann desapareceram nos montes e bosques. Esta é a origem da crença de que as fadas habitam as áreas rurais. As lendas dos mitos celtas foram preservados em textos como "Mabinogion", o "Livro Branco de Rhyderch" (1300-1325) e o "Livro Vermelho de Hergest" (1375-1425).

Todas as culturas européias, entretanto, possuem folclore envolvendo fadas. E, apesar das crenças sobre as fadas diferirem de uma cultura para outra, há dois conceitos básicos universais a todos: a distorção do próprio tempo e as entradas ocultas ao mundo das fadas.

DISTORÇÃO DO TEMPO E ENTRADAS SECRETAS

A crença na distorção do tempo é comum às fadas de todas as regiões. Uma noite em seus domínios equivaleria a vários anos no tempo dos mortais. Há relatos de histórias de pessoas que ao posicionar-se em um anel de fadas, acreditam ter ali permanecido observando o Baile das Fadas por breves minutos, mas em nosso mundo só reaparecem após muitos anos.

Entradas secretas protegem o acesso aos domínios das fadas e geralmente estão localizadas em montes ou tronco de árvores. Acredita-se que as fadas possuem uma enorme repulsa ao ferro e este metal deve ser usado como proteção contra elas quando necessário. Alguns folcloristas crêem que esta lenda deu origem a utilização do ferro para arar a terra e derrubar árvores, representando o poder do homem em violentar a Natureza. Diz, esta lenda ainda, que deve-se sempre deixar um pedaço de ferro na porta de entrada do domínio das fadas, para evitar que ela feche. As fadas não tocariam no ferro, e assim não poderiam impedir que a pessoa regressasse quando quisesse.

Há, entretanto, métodos de resgate de cativos de fadas. Se alguém que você conhece desapareceu em um anel de fada, você deve retornar a este lugar um ano e um dia mais tarde. Coloque somente um pé dentro do anel e poderá ver as fadas bailarinas e a pessoa que pretende resgatar. Com ambos os braços, agarre-a fortemente e puxe com força para fora do anel.

Todo aquele que deseja imensamente encontrar-se com as fadas, é necessário primeiro, aprender o máximo possível sobre elas, pois todo o cuidado é pouco quando se pisa em território totalmente desconhecido.

Alerta-se para nunca se colocar ambos os pés em um anel de fadas, pois poderá ficar perdida no Mundo das Fadas. Um anel de fadas é um círculo redondo de cogumelos que pode ser encontrado em campos abertos e até em jardins e é o lugar onde as fadas dançam. Quem pisar dentro dele será capaz de ver o "Baile das Fadas", antes invisível e poderá também ouvir a doce e bela música, onde antes só havia silêncio. A música e a dança são tão contagiantes que os que a presenciam podem perder totalmente a noção do tempo.

Nunca coma da comida das fadas, não importa o quanto cortesmente lhe forem oferecidas. Quem a comer, pode ficar indefinidamente cativo em seu Mundo.

AS FADAS ESCURAS

As fadas são chamadas de "Escuras" por viverem no subterrâneo, mais freqüentemente debaixo colinas e não por serem más. Elas também podem habitar lugares escuros das nossas casas como vãos de escadas e porões.

No lugar de temer estas fadas, devemos ser espertos e procurar sermos seus amigos. As que vivem dentro de nossas casas irão nos proteger e abençoar. As que moram fora, no pátio por exemplo (e elas estão em toda a parte!), cuidarão de nossa propriedade e ajudarão fazendo com que nossas plantas e árvores cresçam fortes, permitindo ainda, que encontremos alguma pedra ou tesouro que nos auxilie nos trabalhos de magia.

O Povo Pequeno serve de barômetro para aferir o estado de vibrações de sua casa. Se estiver atraindo ou enviando energias negativas, eles ficam quietos e se afastam. Eles também, atraem a sua atenção para o problema se você não o notar imediatamente.

ALIMENTO PARA AS FADAS

Todas as fadas adoram gengibre, mel, leite, bolos, balas, biscoitos e sucos. Para atraí-las coloque a guloseima sobre uma pedra de pirita, prata, cristal, quartzo ou lunária. Apreciam também essências fortes como canela e pinho. Mas você deve dar de comer a elas sempre realizando um trato. Antes de conceder-lhes o alimento, diga:

"O QUE É MEU É SEU,

O QUE É SEU É MEU."

Peça então para que elas tornem sua casa um lugar alegre e diga que sempre serão bem-vindas.

As fadas amam jardins bem cuidados e você pode transformar o seu em um altar para elas. Plante nele muitas flores azuis, lírio-do-vale, dedaleira, gesta e rosas. Crie também um pequeno lago escavando a terra e colocando pedras em sua borda, para atrair as fadas da água. Mas há também fadas que gostam de lugares selvagens, portanto deixe uma pequena parcela da área sem cultivo. Suas oferendas serão muito bem aceitas quando colocadas em uma cesta e depositadas neste jardim.

Se chamá-las para participar de um ritual, mantenha-o leve e alegre. Elas gostam de muita música e dança.

BANHO DE PÉTALAS DE ROSAS

A essência de rosas é um forte atrativo de fadas, um banho com rosas lhe irá facilitar o contato com elas. Para a preparação do banho coloque 21 pétalas de rosa cor-de-rosa em uma chaleira de cobre contendo água e uma tampa. Depois deve aguardar o espaçamento de uma Lua Cheia à outra Lua Cheia, só então poderá usar o seu conteúdo para banhar o corpo e os cabelos. Tome este banho antes de cada ritual mágico dedicado às Fadas.

ENTRANDO EM CONTATO COM AS FADAS

Está na Natureza a essência de todas as crenças e religiões. O primeiro passo para vivenciarmos o "Divino" está em observarmos a Natureza e nos unirmos à beleza de sua Criação. A simples caminhada em parques que possuam muito verde, já nos dará sábios ensinamentos. Se tiver oportunidade, sente-se no topo de uma colina e contemple os campos e bosques. Deixe então sua mente voar livre para um outro tempo, imaginando como deveria ter sido este local há milhões de anos atrás. Tais pensamentos farão despertar sua memória ancestral genética que lhe foi transmitida e que agora está disponível e reverente. Lembre-se que você é descendente direto de um antigo pagão que já sabia o que deseja saber agora.

Se você possui um lindo jardim, considere-se uma pessoa com muita sorte, pois poderá realizar esta viagem astral no meio dele. Caso você more em apartamento, um planta qualquer que dê flores, poderá lhe ajudar a se conectar com os ciclos da vida da Natureza. O pequeno ato de cuidar de uma plantinha ou de seu jardim já é capaz de gerar uma vibração em sua aura que pode ser detectada pelas formas de vidas silvestres. Através desta vibração, sua presença é percebida e as fadas por certo não ficarão indiferentes, pois elas são entidades mágicas envolvidas com a força vital das plantas e dos animais. Ao criar um elo mental com esse conceito através da emersão nos ciclos vitais da Natureza (e de suas caminhadas pelos parques), fica mais fácil alinhar-se com os espíritos da Natureza.

Acreditar nas fadas e nos espíritos da Natureza é parte integrante da consciência mágica de todo o pagão. Isso fortalece as forças que mantêm e direcionam a sincronicidade em nossas vidas.

Não somos viajantes sós, pois sempre temos ao nosso lado um guia espiritual, ou espíritos de familiares e um grande número de espíritos da Natureza. Através deles nos ligamos à própria fonte dos mistérios, nos ligamos a outros Mundos e outros Seres. Nos ligamos à Fonte Primordial, que é aquela que nos gerou e para a qual um dia retornaremos.

Texto pesquisado e desenvolvido por

Rosane Volpatto

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:34 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Segunda-feira, Março 31, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

É realmente bem difícil descrever a aparência de uma fada, pois elas vivem em um mundo paralelo ao nosso e segundo algumas pessoas que já as viram, dizem que para poder notar sua presença, temos que silenciar a mente, pois elas aproximam-se como uma suave melodia, ou mesmo um pequeno murmúrio.

Outra forma de percebê-las é quando de repente nos sentimos envolvidos com um doce perfume com uma fragrância indescritível.

Mas estas qualidades comuns ao mundo angelical podem confundir-nos e não saberemos discernir se estamos na presença de um anjo ou de uma fada. Só quando visualizamos a sua forma é que podemos diferenciá-los, dados que os primeiros adotam formas mais leves, mas apresentam-se com vestimentas mais corpóreas.

No caso das fadas, suas vestes possuem um grande diferencial: apresentam-se sempre ataviadas e cobertas por gases ou muselinas, quase transparentes com cores translúcidas, ocupando espaços fluídicos e seus graciosos corpos são esbeltos e femininos, possuem mãos alongadas, pés pequenos, tronco estilizado, cabelo com cor de arco-íris, que caem cobertos por véus transparentes. Algumas delas têm a cabeça coberta com uma touca cônica, muito parecida com a dos magos e como eles também utilizam varas mágicas com as quais produzem seus fenômenos.

Entretanto, a matéria da qual as fadas provêm é sutil e etérea, translúcida. Seu corpo é fluídico e pode se moldar com a força do pensamento. Sendo assim, a aparência dos seres feéricos, refletirá com freqüência as idéias pré-concebidas que deles já tenhamos.

Em virtude da natureza de sua estrutura corpórea, a fada pode também variar seu tamanho.

Teósofos que estudam este tema, afirmam que a função das fadas é absorver "PRANA", na vitalidade do sol e distribuí-la em nosso plano físico.

Desde os primórdios da civilização, segundo nos contam livros muito antigos, as pessoas estavam mais em contato com a natureza e seus fenômenos, essas fantásticas "presenças" faziam parte da vida cotidiana, instaladas nos bosques, nos arroios, na cozinha, na cabeceira da cama das crianças doentes, etc. Depois que o homem trocou o campo pela turbulência dos grandes centros urbanos, elas deixaram de ser ouvidas.

ORIGEM DAS FADAS

Popularmente, se crê que as fadas e o resto do Povo Pequeno remontam dos tempos mais antigos da Terra, quando ainda estavam em formação os montes e os oceanos e não havia ainda surgido o primeiro "homo sapiens". Viviam em um lugar determinado do planeta, mas não tardaram a se estenderem por regiões mais longínquas, ao mesmo tempo que se iam formando as montanhas, os mares e os rios, e aparecia o homem primitivo.

Para explicar sua remota origem, existem uma série de lendas, onde quase todas possuem uma fonte comum: a "caída" de anjos.

Na Irlanda, existiu a crença de que as fadas seriam anjos caídos, que foram expulsos do céu pelo Senhor Deus, em virtude de seu orgulho pecaminoso. Alguns caíram no mar, outros em terra firme e os que sobraram no mais profundo do inferno. Esses últimos, receberam do diabo o conhecimento, poder e os envia para a terra, onde trabalham para o mal. Entretanto, as fadas da terra e do mar seriam em sua maioria seres belos e bondosos, que não causam nenhum dano, se as deixarem em paz e lhe permitirem dançar em seus anéis feéricos a luz da lua com sua doce música, sem ser molestadas com a presença dos mortais.

Há uma outra versão irlandesa que conta que na época do Paraíso Terrestre, Eva estava lavando seus filhos nas margens de um rio, quando Yahvé veio lhe falar. Assustada escondeu os filhos que ainda não havia lavado, e Yahvé lhe perguntou se estavam ali todos os seus filhos, e ela respondeu que sim. Como não se convenceu da resposta, advertiu a Eva que aqueles que ela havia ocultado permaneceriam ocultos do homem também. Essas crianças se converteram em elfos e fadas, e nos países escandinavos são denominados raça "huldre". As jovens huldre são muito belas, mas apresentam rabos de vacas unidos aos seus corpos.

Os escandinavos contam ainda, em uma versão mitológica, que foram os vermes que surgiram do corpo em decomposição do gigante Ymir, que se converteram em: elfos claros, elfinas e elfos escuros. O verme é símbolo de vida que nasce da podridão. É ainda, símbolo da transição da terra para luz, da morte para a vida, do estado larvar para o vôo espiritual.

Em um período pré-cristão, existiu também, a crença que que as fadas seriam os espíritos dos mortos. Já na era cristã, se afirmava que as fadas eram anjos caídos ou então almas pagãs que não estavam aptas para subir aos céus, nem descer ao inferno. Por isso, ficaram destinadas a passar toda a eternidade nas escuras regiões de um "reino intermediário", a nossa Terra. Acreditava-se ainda em Cornualles, uma região inglesa, que as almas das crianças mortas sem batismo, tornavam-se "PISKIES" (duendes) e apareciam no crepúsculo na forma de pequenas mariposas noturnas brancas. Os duendes "KNOCKER", das minas de estanho também eram considerados almas de mortos, mas nesse caso, eram os judeus que haviam sido transportados para lá por sua participação na Crucificação.

Todo o norte da Europa possui um rico conhecimento sobre as fadas, assim como as Ilhas Britânicas e de igual maneira, não são ignoradas na Alemanha, já que ali são conhecidas pelo nome de Norns, fiandeiras ao estilo das Parcas gregas.

Na França encontramos a Dame Abonde, uma fada, cujo o próprio nome já invoca a abundância. Na Itália é venerada como Abundita, uma Deusa da Agricultura. Em terra romana ainda, é muito conhecida a figura mítica da fada Befana, cuja função é estabelecer uma ligação das famílias atuais com seus antepassados, com uma troca de presentes. Ocupa, portanto a função de uma educadora-pedagoga que recompensa ou pune as crianças na época natalina.

Befana é a Grande Avó que preside várias fases de desenvolvimento das crianças.

A "meia natalina" que todos nós, mesmo aqui no Hemisfério Sul, penduramos nas portas ou lareiras, não é só um lugar para depósito de presentes, mas tem o poder de invocar Befana, que tal como Frau Holda e Berchta visita as casas no período do Natal, recompensando todo aquele menino ou menina que foi bem comportado durante todo aquele ano.

Conforme a tradição mítica, Befana chega voando em uma vassoura, intensificando sua associação com as plantas e os animais, que antigamente eram considerados sagrados e muito utilizados como tótens.

Befana voa do Reino das Fadas, para trazer presentes e alegria ao mundo dos homens.

O certo é que todas as culturas e todos os povos primitivos adoravam os velhos espíritos da natureza, suscitados pelo animismo (crença religiosa que considera todo o ver vivo e todo o objeto possui um espírito ou força interior), que mais tarde deram nascimento, entre os babilônios e gregos, à deidades terrestres e aquáticas, com toda uma sofisticada genealogia de Deuses. Muitas foram as teorias que se formaram sobre a possível etimologia das fadas, fazendo-as descender de antigas divindades celtas (Deusa Danann) ou de Dianas romanas.

Na realidade, no entanto, tanto sua origem como suas possíveis etimologias, se perdem na noite dos tempos ao se tratar de seres que iam se adaptando às circunstâncias das épocas, pois nem sempre se chamaram fadas, nem ninfas, nem lamias, nem elfos..., porém eles permanecem no meio de nós, com diversas aparências e revestidos de numerosos nomes.

Já dizia o inglês William Shakespeare, que há mais coisas nesta terra do que alcança a nossa precária percepção. Carl Jung complementa, ao afirmar que existe e sempre existiu, um realismo mágico contraposto a todo o mundo real.

É justamente através da dualidade destes opostos, é que se estabelece uma função reguladora. Se o ser humano não oscilar entre estas oposições, o espírito morrerá.

Entre o real e o mágico existe uma espécie de fluidez intemporal que se rege pelo inconsciente coletivo. O realismo mágico descrito por Jung, é regido por uma fonte que nos é mundo familiar e transcende a um mundo de contrastes entre os opostos. Isto é, toda a magia se nutre dos conteúdos do consciente coletivo, da nossa "memória ancestral". É através desta memória que ocorre a inversão do tempo.

A tradição celta possuía uma percepção admirável da maneira como o tempo eterno está entrelaçado com o nosso tempo humano. Existe uma história de Oisín, que era um dos Fianna, um grupo de guerreiros celtas, que sentiu uma grande vontade de aventurar-se a chamada Tír na n-óg, a Terra da Eterna Juventude, onde vivia o povo encantado.

Chegando ao seu destino, durante muito tempo viveu feliz com sua mulher Niamh Cinn Oir, conhecida como Niamh dos cabelos dourados. O tempo pareceu voar, por ser um tempo de grande felicidade. Mas um dia, a saudade de sua vida antiga passou a atormentá-lo. Tinha agora, curiosidade de saber como estavam os Fianna e o que estaria ocorrendo na Irlanda.

O povo encantado o desaconselhou, porque sabiam, que sendo ele um antigo habitante do tempo mortal linear, ele correria o risco de se perder ali para sempre. Apesar disso, ele resolveu voltar.

Deram-lhe um belo cavalo branco e disseram-lhe para que nunca o desmontasse. Se o fizesse, estaria perdido. Ele montou e seguiu até a Irlanda, mas chegando lá soube que os Fianna já tinham desaparecido. Ele consolou-se visitando as antigas áreas de caça e os locais onde junto com seus companheiros, haviam banqueteado, cantado, narrado velhas histórias e realizado grandes festas de bravura. Neste ínterim, o cristianismo já tinha chegado a Irlanda.

Enquanto passeava, rememorando seu passado, avistou um grupo de homens que não conseguiam erguer uma grande pedra para construir uma igreja. Sendo um guerreiro, ele possuía uma força extraordinária e, então, desejou ajudá-los, mas não se atrevia a desmontar do cavalo. Ele observou-os de longe e depois se aproximou. Não conseguia mais resistir. Tirou o pé do estribo e enfiou-o por debaixo da pedra, a fim de erguê-la, mas assim que o fez, a cilha rompeu-se, a sela virou, e Oisín chocou-se com o solo. No exato momento em que tocou a terra da Irlanda, tornou-se um velho débil e enrugado.

Esta é uma excelente história para mostrar a coexistência dos dois níveis do tempo. Se se ultrapassasse o limiar que as fadas observaram entre estes dois níveis de tempo, terminava-se enredado no tempo mortal linear. O destino do homem neste tempo é a morte. Já no tempo eterno é a presença ininterrupta.

Todos os contos de fadas celtas sugerem uma região da alma que é habitada pelo eterno. Existe uma região eterna em nosso íntimo, onde não estamos sujeitos às devastações do tempo atual.

Tudo o que vivemos, experimentamos ou herdamos, fica armazenado no templo de nossa memória. Sempre que nos aprouver, podemos regressar e passear pelas salas desse templo para despertar e reintegrar tudo que já nos aconteceu. Será esta reflexão que irá conferir profundidade a todas as nossas experiências.

Hoje, início do terceiro milênio, com um mundo globalizado, com nações mais preocupadas em garantir seu poderio político-econômico, muito pouca atenção se dá a este tipo de memória.

Quero deixar bem claro, que a verdadeira experiência fantástica difere dessa visão genérica do imaginário das fadas composta por uma literatura sentimentalista com eternos finais felizes. Esse mundo do "Era uma vez..." que todos conhecemos, não é verdadeiro mundo das fadas. As fadas reais representam o "Poder", um poder incompreensível para os humanos, pois elas são criaturas com valores e ética muito distantes do gênero humano: não pensam e, o que lhe é mais singular, não sentem como os humanos. Essa é a essência que as separa dos mortais e a origem da grande parte da inquietude que causam, porque as fadas são em si criaturas da matéria prima da vida.

O reino das fadas é um mundo de misterioso encanto, de cativadora beleza, de malícia, de humor, júbilo e inspiração, de terror, de riso, amor e tragédia. Todavia, é um mundo para ser penetrado com extrema cautela!

Texto pesquisado e desenvolvido por

ROSANE VOLPATTO

NOMES DADO AS FADAS:

Fair family / Fair Folk : Apelido galês.

Verry Volk-Gower: Apelido galês.

Fees: Apelido dado no norte de Inglaterra.

Good Neighbors:Apelido Escocés e Irlandês.

Wee Folk: Apelido Escocês e Irlandês.

The Green Children: Apelido dado na literatura medieval.

Still-Folk : Apelido da região montanhesa Escocesa.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 6:27 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Sábado, Março 29, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Mudei a música aqui no meu Reino. Espero que gostem.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 8:27 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 3

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[Quinta-feira, Março 27, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Gente, eu nem acredito! Fui a primeira a me inscrever no novo contest da Marcia (Bewitched), na categoria Fadas e ganhei um selo L I N D O !!!
Obrigada Ma! Amei!

Beijos com a Benção das fadas!

por Tanta * 7:58 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 5

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[Sexta-feira, Março 07, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Ando sem assunto e com a cabeça meio quente, então vai aí mais uma imagem que acabei de fazer.

Beijos a todos os viajantes com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:59 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 9

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[Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Se alguém estiver interessado em ter no seu blog, site ou qualquer outro uso uma das minhas imagens (em alta resolução) entre em contato comigo através do último post.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:56 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 0

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[Terça-feira, Fevereiro 12, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Depois de ter o computador detonado, tudo deletado... e na volta encontrar meu Reino (blog) praticamente extinto (problemas no provedor), consegui colocar tudo em ordem!

No próximo post espero ter alguma coisa de valor para compartilhar. Por agora vou colocar somente mais uma imagem.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 11:04 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 2

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[Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!

Queridas amigas e viajantes, meu computador pegou um vírus e precisou de uma reforma total. Conclusão: perdi tudo que já estava pronto para colocar aqui no meu Reino.
Não importa. Farei tudo novamente. Um recomeço no novo ano.
Peço que vocês tenham paciência pois ainda estou sem computador. Vou responder a todos os comentários, mas vai demorar um pouquinho.
Todos continuam sempre muito bem vindos!

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 10:24 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Sábado, Janeiro 19, 2008]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!!!

Aqui estou de volta. Hoje vou postar uma poesia de uma artista maravilhosa que encontrei viajando por outros Reinos. Ela se chama Carolina Salcides.

Como a Natureza

Decifro-me para ti aos poucos
Mostro minhas formas
Meus rostos
Tudo que adoras.
Não te encherei de filosofias
Porque não as tenho.
Tenho sentidos e fortes intuições
Que sigo de corpo e alma
Sem razões...
Porque a razão nem sempre me satisfaz..

Sou como a mãe natureza
Sou fugaz.
Minha certeza é passageira
Amanhã já não sei mais.
Um dia sou caçadora
No outro posso ser caça.
As estações passam
A lua muda
Como eu haverei de ser a mesma?
Sabes que não sou...

Hoje sou tua.
Posso ser amanhã também.
Mas sempre serei minha...
Pois sou como a natureza
Mesmo que me arranquem todas flores
Não deterão minha primavera.

Eu nasci para exalar
Toda beleza, todo amor.
Toda vida que há em mim
Sou mulher, flor.
Sou montanha
Pedra e espinho.
Sou assim, sempre assim.
Do mundo
Tua
De mim.

Por Carolina Salcides

Beijos e que a Benção das Fadas acompanhe a todos!

por Tanta * 6:16 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 5

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[Quarta-feira, Dezembro 12, 2007]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!!!

Estarei longe de meu Reino por algum tempo mas não poderia me audentar sem desejar a todos que me visitam um Feliz Natal.
Obrigada por me visitarem, pelos comentários e pelos votos.

A todos os visitantes, de todas as Raças e Reinos, desejo:

Considerem como um presente. Quem quiser pode levar para seu próprio Reino.
Que a Benção das Fadas recaia sobre todos no Natal e no Ano Novo!

por Tanta * 9:55 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 10
: Quem sou eu... ::

"Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém à morte. Pois mesmo os muito sábios não conseguem ver os dois lados." JRR Tolkien.

Fadinha por Selina Fenech

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por Tanta * 5:12 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 6

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[Segunda-feira, Abril 07, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Ganhei um selinho da Campanha da Amizade muito bacana e devo repassá-lo para dez blogs. E estes dez devem repassar para mais dez cada um.
Eu já repassei!

Obrigada Feiticeira Lunar!!!

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 12:46 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 2

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[Quinta-feira, Abril 03, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

FADAS, QUEM SÃO ELAS?

A literatura da Idade Média e os contos infantis maravilhosos nos ensinam que as fadas são seres femininos dotados de poderes sobrenaturais. Fisicamente, aparecem sempre com traços de uma jovem dama de beleza excepcional, ricamente vestida com trajes cujas cores dominantes são o branco, o ouro, o azul e sobre tudo o verde. Sua varinha mágica com uma estrela na ponta é símbolo de seus poderes mágicos. Está ainda dotada de uma sedução a qual mortal nenhum pode resistir. As crianças a adoram como sua mãe; os jovens se apaixonam perdidamente por ela e lhe consagram corpo e alma.

A fada é o ideal feminino, símbolo do "anima", que encarna a virgem, a irmã, a esposa e a mãe. É a mulher por excelência, perfeita e inacessível. É também um agente da Providência, que distribuiu riqueza, fecundidade e felicidade, ajudando os heróis em perigo e servindo de inspiração para artistas e poetas. A fada é ainda, uma fiandeira do destino, como as Parcas romanas e as Moiras gregas. São elas que tecem o fio da vida e assistem o nascimento das crianças humanas para presenteá-los com dons. São elas também, quem rompe esse fio e anunciam a morte dos seres humanos, antes de levá-los a seus palácios encantados, no País das Fadas.

Mas a fada é por último, uma divindade da natureza, associada especialmente as árvores, aos bosques, as águas das fontes e das flores dos jardins. Aqui elas já aparecem com um aspecto não tão nobre e altivo das damas surgidas nas novelas da Idade Média e sim com a forma de uma pequena criatura, apenas vestida com telas translúcidas em tons pastel e dotada de asas de libélula.

Como podemos acompanhar muito já se fantasiou a respeito das fadas, mas pergunta-se: mas quem são e como são realmente as fadas?

As fadas são uma raça de donzelas quase imortais, às quais os primitivos nativos da Itália davam o nome de "Fatae". O culto medieval siciliano das fadas, bem documentado pela Inquisição Espanhola, estava associado à Deusa Diana, que os italianos há muito tempo já chamavam de "A Rainha das Fadas". Diana era cultuada na Itália no Lago Nemi, onde outrora existira seu templo (500 a. C.).

As fadas italianas formavam grupos chamados de "Companhias" como a "Companhia dos Nobres" e a "Companhia dos Pobres". Tanto os homens quanto as fadas pertenciam a estas "Companhias", que eram essencialmente matriarcais, embora se encontrassem nelas elementos masculinos. Essas fadas possuíam o poder de abençoar os campos, curar doenças e atrair a boa sorte. Somente através de preciosos presentes, podia-se aplacar a ira de uma fada e livrar-se de seus encantamentos. Tais oferendas só seriam aceitas se depositadas através das mãos de mulheres humanas.

Porém, o mais antigo registro das fadas, retratadas como pequenos seres alados, surgiram na arte etrusca à cerca de 600 a.C na forma de "Lasa", espíritos do campo e das floresta. As Lasa eram descritas como pequenos seres humanos alados que flutuavam sobre um recipiente com incenso ou sobre uma bacia votiva. Estas primeiras fadas estavam também associadas ao culto dos ancestrais e eram encontradas nos templos etruscos. Estavam ainda, identificadas com a vegetação e com todos os segredos da Natureza.

A palavra "fairy" (inglesa), conhecida hoje é bem recente e foi usada, as vezes, para denominar mulheres mortais que haviam adquirido poderes mágicos, tal como a usou Malory para Morgan le Fay. Mas "fairy" originalmente significava "fai-erie", um estado de encantamento e se transferiu do objeto ao agente. Dizia-se que as próprias fadas desaprovavam essa palavra e gostavam de ser chamadas com termos eufemísticos como: "Os Bons Vizinhos" ou "Boa Gente". Ao longo das Ilhas Britânicas se utilizam muitos nomes para as fadas.

A palavra francesa "fai", procedia originalmente do italiano "fatae", as damas feéricas que visitavam as famílias quando havia um nascimento e se pronunciavam sobre o futuro da nova criatura, tal como faziam as Parcas.

As imagens das fadas só vieram a surgir na arte celta após a ascensão do cristianismo, ou seja, depois da ocupação romana.

Hoje, acredita-se que o povo de Tuatha de Danann está associado ao Reino das Fadas. Isto se deve a sua misteriosa aparição às Ilhas Britânicas envoltos em brumas. Lá encontraram o povo Fir Bolg, os quais derrotaram na batalha de Moytura. Posteriormente, quando os celtas invadiram a Grã-Bretanha (600-500 a.C.), os Tuatha De Danann desapareceram nos montes e bosques. Esta é a origem da crença de que as fadas habitam as áreas rurais. As lendas dos mitos celtas foram preservados em textos como "Mabinogion", o "Livro Branco de Rhyderch" (1300-1325) e o "Livro Vermelho de Hergest" (1375-1425).

Todas as culturas européias, entretanto, possuem folclore envolvendo fadas. E, apesar das crenças sobre as fadas diferirem de uma cultura para outra, há dois conceitos básicos universais a todos: a distorção do próprio tempo e as entradas ocultas ao mundo das fadas.

DISTORÇÃO DO TEMPO E ENTRADAS SECRETAS

A crença na distorção do tempo é comum às fadas de todas as regiões. Uma noite em seus domínios equivaleria a vários anos no tempo dos mortais. Há relatos de histórias de pessoas que ao posicionar-se em um anel de fadas, acreditam ter ali permanecido observando o Baile das Fadas por breves minutos, mas em nosso mundo só reaparecem após muitos anos.

Entradas secretas protegem o acesso aos domínios das fadas e geralmente estão localizadas em montes ou tronco de árvores. Acredita-se que as fadas possuem uma enorme repulsa ao ferro e este metal deve ser usado como proteção contra elas quando necessário. Alguns folcloristas crêem que esta lenda deu origem a utilização do ferro para arar a terra e derrubar árvores, representando o poder do homem em violentar a Natureza. Diz, esta lenda ainda, que deve-se sempre deixar um pedaço de ferro na porta de entrada do domínio das fadas, para evitar que ela feche. As fadas não tocariam no ferro, e assim não poderiam impedir que a pessoa regressasse quando quisesse.

Há, entretanto, métodos de resgate de cativos de fadas. Se alguém que você conhece desapareceu em um anel de fada, você deve retornar a este lugar um ano e um dia mais tarde. Coloque somente um pé dentro do anel e poderá ver as fadas bailarinas e a pessoa que pretende resgatar. Com ambos os braços, agarre-a fortemente e puxe com força para fora do anel.

Todo aquele que deseja imensamente encontrar-se com as fadas, é necessário primeiro, aprender o máximo possível sobre elas, pois todo o cuidado é pouco quando se pisa em território totalmente desconhecido.

Alerta-se para nunca se colocar ambos os pés em um anel de fadas, pois poderá ficar perdida no Mundo das Fadas. Um anel de fadas é um círculo redondo de cogumelos que pode ser encontrado em campos abertos e até em jardins e é o lugar onde as fadas dançam. Quem pisar dentro dele será capaz de ver o "Baile das Fadas", antes invisível e poderá também ouvir a doce e bela música, onde antes só havia silêncio. A música e a dança são tão contagiantes que os que a presenciam podem perder totalmente a noção do tempo.

Nunca coma da comida das fadas, não importa o quanto cortesmente lhe forem oferecidas. Quem a comer, pode ficar indefinidamente cativo em seu Mundo.

AS FADAS ESCURAS

As fadas são chamadas de "Escuras" por viverem no subterrâneo, mais freqüentemente debaixo colinas e não por serem más. Elas também podem habitar lugares escuros das nossas casas como vãos de escadas e porões.

No lugar de temer estas fadas, devemos ser espertos e procurar sermos seus amigos. As que vivem dentro de nossas casas irão nos proteger e abençoar. As que moram fora, no pátio por exemplo (e elas estão em toda a parte!), cuidarão de nossa propriedade e ajudarão fazendo com que nossas plantas e árvores cresçam fortes, permitindo ainda, que encontremos alguma pedra ou tesouro que nos auxilie nos trabalhos de magia.

O Povo Pequeno serve de barômetro para aferir o estado de vibrações de sua casa. Se estiver atraindo ou enviando energias negativas, eles ficam quietos e se afastam. Eles também, atraem a sua atenção para o problema se você não o notar imediatamente.

ALIMENTO PARA AS FADAS

Todas as fadas adoram gengibre, mel, leite, bolos, balas, biscoitos e sucos. Para atraí-las coloque a guloseima sobre uma pedra de pirita, prata, cristal, quartzo ou lunária. Apreciam também essências fortes como canela e pinho. Mas você deve dar de comer a elas sempre realizando um trato. Antes de conceder-lhes o alimento, diga:

"O QUE É MEU É SEU,

O QUE É SEU É MEU."

Peça então para que elas tornem sua casa um lugar alegre e diga que sempre serão bem-vindas.

As fadas amam jardins bem cuidados e você pode transformar o seu em um altar para elas. Plante nele muitas flores azuis, lírio-do-vale, dedaleira, gesta e rosas. Crie também um pequeno lago escavando a terra e colocando pedras em sua borda, para atrair as fadas da água. Mas há também fadas que gostam de lugares selvagens, portanto deixe uma pequena parcela da área sem cultivo. Suas oferendas serão muito bem aceitas quando colocadas em uma cesta e depositadas neste jardim.

Se chamá-las para participar de um ritual, mantenha-o leve e alegre. Elas gostam de muita música e dança.

BANHO DE PÉTALAS DE ROSAS

A essência de rosas é um forte atrativo de fadas, um banho com rosas lhe irá facilitar o contato com elas. Para a preparação do banho coloque 21 pétalas de rosa cor-de-rosa em uma chaleira de cobre contendo água e uma tampa. Depois deve aguardar o espaçamento de uma Lua Cheia à outra Lua Cheia, só então poderá usar o seu conteúdo para banhar o corpo e os cabelos. Tome este banho antes de cada ritual mágico dedicado às Fadas.

ENTRANDO EM CONTATO COM AS FADAS

Está na Natureza a essência de todas as crenças e religiões. O primeiro passo para vivenciarmos o "Divino" está em observarmos a Natureza e nos unirmos à beleza de sua Criação. A simples caminhada em parques que possuam muito verde, já nos dará sábios ensinamentos. Se tiver oportunidade, sente-se no topo de uma colina e contemple os campos e bosques. Deixe então sua mente voar livre para um outro tempo, imaginando como deveria ter sido este local há milhões de anos atrás. Tais pensamentos farão despertar sua memória ancestral genética que lhe foi transmitida e que agora está disponível e reverente. Lembre-se que você é descendente direto de um antigo pagão que já sabia o que deseja saber agora.

Se você possui um lindo jardim, considere-se uma pessoa com muita sorte, pois poderá realizar esta viagem astral no meio dele. Caso você more em apartamento, um planta qualquer que dê flores, poderá lhe ajudar a se conectar com os ciclos da vida da Natureza. O pequeno ato de cuidar de uma plantinha ou de seu jardim já é capaz de gerar uma vibração em sua aura que pode ser detectada pelas formas de vidas silvestres. Através desta vibração, sua presença é percebida e as fadas por certo não ficarão indiferentes, pois elas são entidades mágicas envolvidas com a força vital das plantas e dos animais. Ao criar um elo mental com esse conceito através da emersão nos ciclos vitais da Natureza (e de suas caminhadas pelos parques), fica mais fácil alinhar-se com os espíritos da Natureza.

Acreditar nas fadas e nos espíritos da Natureza é parte integrante da consciência mágica de todo o pagão. Isso fortalece as forças que mantêm e direcionam a sincronicidade em nossas vidas.

Não somos viajantes sós, pois sempre temos ao nosso lado um guia espiritual, ou espíritos de familiares e um grande número de espíritos da Natureza. Através deles nos ligamos à própria fonte dos mistérios, nos ligamos a outros Mundos e outros Seres. Nos ligamos à Fonte Primordial, que é aquela que nos gerou e para a qual um dia retornaremos.

Texto pesquisado e desenvolvido por

Rosane Volpatto

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:34 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Segunda-feira, Março 31, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

É realmente bem difícil descrever a aparência de uma fada, pois elas vivem em um mundo paralelo ao nosso e segundo algumas pessoas que já as viram, dizem que para poder notar sua presença, temos que silenciar a mente, pois elas aproximam-se como uma suave melodia, ou mesmo um pequeno murmúrio.

Outra forma de percebê-las é quando de repente nos sentimos envolvidos com um doce perfume com uma fragrância indescritível.

Mas estas qualidades comuns ao mundo angelical podem confundir-nos e não saberemos discernir se estamos na presença de um anjo ou de uma fada. Só quando visualizamos a sua forma é que podemos diferenciá-los, dados que os primeiros adotam formas mais leves, mas apresentam-se com vestimentas mais corpóreas.

No caso das fadas, suas vestes possuem um grande diferencial: apresentam-se sempre ataviadas e cobertas por gases ou muselinas, quase transparentes com cores translúcidas, ocupando espaços fluídicos e seus graciosos corpos são esbeltos e femininos, possuem mãos alongadas, pés pequenos, tronco estilizado, cabelo com cor de arco-íris, que caem cobertos por véus transparentes. Algumas delas têm a cabeça coberta com uma touca cônica, muito parecida com a dos magos e como eles também utilizam varas mágicas com as quais produzem seus fenômenos.

Entretanto, a matéria da qual as fadas provêm é sutil e etérea, translúcida. Seu corpo é fluídico e pode se moldar com a força do pensamento. Sendo assim, a aparência dos seres feéricos, refletirá com freqüência as idéias pré-concebidas que deles já tenhamos.

Em virtude da natureza de sua estrutura corpórea, a fada pode também variar seu tamanho.

Teósofos que estudam este tema, afirmam que a função das fadas é absorver "PRANA", na vitalidade do sol e distribuí-la em nosso plano físico.

Desde os primórdios da civilização, segundo nos contam livros muito antigos, as pessoas estavam mais em contato com a natureza e seus fenômenos, essas fantásticas "presenças" faziam parte da vida cotidiana, instaladas nos bosques, nos arroios, na cozinha, na cabeceira da cama das crianças doentes, etc. Depois que o homem trocou o campo pela turbulência dos grandes centros urbanos, elas deixaram de ser ouvidas.

ORIGEM DAS FADAS

Popularmente, se crê que as fadas e o resto do Povo Pequeno remontam dos tempos mais antigos da Terra, quando ainda estavam em formação os montes e os oceanos e não havia ainda surgido o primeiro "homo sapiens". Viviam em um lugar determinado do planeta, mas não tardaram a se estenderem por regiões mais longínquas, ao mesmo tempo que se iam formando as montanhas, os mares e os rios, e aparecia o homem primitivo.

Para explicar sua remota origem, existem uma série de lendas, onde quase todas possuem uma fonte comum: a "caída" de anjos.

Na Irlanda, existiu a crença de que as fadas seriam anjos caídos, que foram expulsos do céu pelo Senhor Deus, em virtude de seu orgulho pecaminoso. Alguns caíram no mar, outros em terra firme e os que sobraram no mais profundo do inferno. Esses últimos, receberam do diabo o conhecimento, poder e os envia para a terra, onde trabalham para o mal. Entretanto, as fadas da terra e do mar seriam em sua maioria seres belos e bondosos, que não causam nenhum dano, se as deixarem em paz e lhe permitirem dançar em seus anéis feéricos a luz da lua com sua doce música, sem ser molestadas com a presença dos mortais.

Há uma outra versão irlandesa que conta que na época do Paraíso Terrestre, Eva estava lavando seus filhos nas margens de um rio, quando Yahvé veio lhe falar. Assustada escondeu os filhos que ainda não havia lavado, e Yahvé lhe perguntou se estavam ali todos os seus filhos, e ela respondeu que sim. Como não se convenceu da resposta, advertiu a Eva que aqueles que ela havia ocultado permaneceriam ocultos do homem também. Essas crianças se converteram em elfos e fadas, e nos países escandinavos são denominados raça "huldre". As jovens huldre são muito belas, mas apresentam rabos de vacas unidos aos seus corpos.

Os escandinavos contam ainda, em uma versão mitológica, que foram os vermes que surgiram do corpo em decomposição do gigante Ymir, que se converteram em: elfos claros, elfinas e elfos escuros. O verme é símbolo de vida que nasce da podridão. É ainda, símbolo da transição da terra para luz, da morte para a vida, do estado larvar para o vôo espiritual.

Em um período pré-cristão, existiu também, a crença que que as fadas seriam os espíritos dos mortos. Já na era cristã, se afirmava que as fadas eram anjos caídos ou então almas pagãs que não estavam aptas para subir aos céus, nem descer ao inferno. Por isso, ficaram destinadas a passar toda a eternidade nas escuras regiões de um "reino intermediário", a nossa Terra. Acreditava-se ainda em Cornualles, uma região inglesa, que as almas das crianças mortas sem batismo, tornavam-se "PISKIES" (duendes) e apareciam no crepúsculo na forma de pequenas mariposas noturnas brancas. Os duendes "KNOCKER", das minas de estanho também eram considerados almas de mortos, mas nesse caso, eram os judeus que haviam sido transportados para lá por sua participação na Crucificação.

Todo o norte da Europa possui um rico conhecimento sobre as fadas, assim como as Ilhas Britânicas e de igual maneira, não são ignoradas na Alemanha, já que ali são conhecidas pelo nome de Norns, fiandeiras ao estilo das Parcas gregas.

Na França encontramos a Dame Abonde, uma fada, cujo o próprio nome já invoca a abundância. Na Itália é venerada como Abundita, uma Deusa da Agricultura. Em terra romana ainda, é muito conhecida a figura mítica da fada Befana, cuja função é estabelecer uma ligação das famílias atuais com seus antepassados, com uma troca de presentes. Ocupa, portanto a função de uma educadora-pedagoga que recompensa ou pune as crianças na época natalina.

Befana é a Grande Avó que preside várias fases de desenvolvimento das crianças.

A "meia natalina" que todos nós, mesmo aqui no Hemisfério Sul, penduramos nas portas ou lareiras, não é só um lugar para depósito de presentes, mas tem o poder de invocar Befana, que tal como Frau Holda e Berchta visita as casas no período do Natal, recompensando todo aquele menino ou menina que foi bem comportado durante todo aquele ano.

Conforme a tradição mítica, Befana chega voando em uma vassoura, intensificando sua associação com as plantas e os animais, que antigamente eram considerados sagrados e muito utilizados como tótens.

Befana voa do Reino das Fadas, para trazer presentes e alegria ao mundo dos homens.

O certo é que todas as culturas e todos os povos primitivos adoravam os velhos espíritos da natureza, suscitados pelo animismo (crença religiosa que considera todo o ver vivo e todo o objeto possui um espírito ou força interior), que mais tarde deram nascimento, entre os babilônios e gregos, à deidades terrestres e aquáticas, com toda uma sofisticada genealogia de Deuses. Muitas foram as teorias que se formaram sobre a possível etimologia das fadas, fazendo-as descender de antigas divindades celtas (Deusa Danann) ou de Dianas romanas.

Na realidade, no entanto, tanto sua origem como suas possíveis etimologias, se perdem na noite dos tempos ao se tratar de seres que iam se adaptando às circunstâncias das épocas, pois nem sempre se chamaram fadas, nem ninfas, nem lamias, nem elfos..., porém eles permanecem no meio de nós, com diversas aparências e revestidos de numerosos nomes.

Já dizia o inglês William Shakespeare, que há mais coisas nesta terra do que alcança a nossa precária percepção. Carl Jung complementa, ao afirmar que existe e sempre existiu, um realismo mágico contraposto a todo o mundo real.

É justamente através da dualidade destes opostos, é que se estabelece uma função reguladora. Se o ser humano não oscilar entre estas oposições, o espírito morrerá.

Entre o real e o mágico existe uma espécie de fluidez intemporal que se rege pelo inconsciente coletivo. O realismo mágico descrito por Jung, é regido por uma fonte que nos é mundo familiar e transcende a um mundo de contrastes entre os opostos. Isto é, toda a magia se nutre dos conteúdos do consciente coletivo, da nossa "memória ancestral". É através desta memória que ocorre a inversão do tempo.

A tradição celta possuía uma percepção admirável da maneira como o tempo eterno está entrelaçado com o nosso tempo humano. Existe uma história de Oisín, que era um dos Fianna, um grupo de guerreiros celtas, que sentiu uma grande vontade de aventurar-se a chamada Tír na n-óg, a Terra da Eterna Juventude, onde vivia o povo encantado.

Chegando ao seu destino, durante muito tempo viveu feliz com sua mulher Niamh Cinn Oir, conhecida como Niamh dos cabelos dourados. O tempo pareceu voar, por ser um tempo de grande felicidade. Mas um dia, a saudade de sua vida antiga passou a atormentá-lo. Tinha agora, curiosidade de saber como estavam os Fianna e o que estaria ocorrendo na Irlanda.

O povo encantado o desaconselhou, porque sabiam, que sendo ele um antigo habitante do tempo mortal linear, ele correria o risco de se perder ali para sempre. Apesar disso, ele resolveu voltar.

Deram-lhe um belo cavalo branco e disseram-lhe para que nunca o desmontasse. Se o fizesse, estaria perdido. Ele montou e seguiu até a Irlanda, mas chegando lá soube que os Fianna já tinham desaparecido. Ele consolou-se visitando as antigas áreas de caça e os locais onde junto com seus companheiros, haviam banqueteado, cantado, narrado velhas histórias e realizado grandes festas de bravura. Neste ínterim, o cristianismo já tinha chegado a Irlanda.

Enquanto passeava, rememorando seu passado, avistou um grupo de homens que não conseguiam erguer uma grande pedra para construir uma igreja. Sendo um guerreiro, ele possuía uma força extraordinária e, então, desejou ajudá-los, mas não se atrevia a desmontar do cavalo. Ele observou-os de longe e depois se aproximou. Não conseguia mais resistir. Tirou o pé do estribo e enfiou-o por debaixo da pedra, a fim de erguê-la, mas assim que o fez, a cilha rompeu-se, a sela virou, e Oisín chocou-se com o solo. No exato momento em que tocou a terra da Irlanda, tornou-se um velho débil e enrugado.

Esta é uma excelente história para mostrar a coexistência dos dois níveis do tempo. Se se ultrapassasse o limiar que as fadas observaram entre estes dois níveis de tempo, terminava-se enredado no tempo mortal linear. O destino do homem neste tempo é a morte. Já no tempo eterno é a presença ininterrupta.

Todos os contos de fadas celtas sugerem uma região da alma que é habitada pelo eterno. Existe uma região eterna em nosso íntimo, onde não estamos sujeitos às devastações do tempo atual.

Tudo o que vivemos, experimentamos ou herdamos, fica armazenado no templo de nossa memória. Sempre que nos aprouver, podemos regressar e passear pelas salas desse templo para despertar e reintegrar tudo que já nos aconteceu. Será esta reflexão que irá conferir profundidade a todas as nossas experiências.

Hoje, início do terceiro milênio, com um mundo globalizado, com nações mais preocupadas em garantir seu poderio político-econômico, muito pouca atenção se dá a este tipo de memória.

Quero deixar bem claro, que a verdadeira experiência fantástica difere dessa visão genérica do imaginário das fadas composta por uma literatura sentimentalista com eternos finais felizes. Esse mundo do "Era uma vez..." que todos conhecemos, não é verdadeiro mundo das fadas. As fadas reais representam o "Poder", um poder incompreensível para os humanos, pois elas são criaturas com valores e ética muito distantes do gênero humano: não pensam e, o que lhe é mais singular, não sentem como os humanos. Essa é a essência que as separa dos mortais e a origem da grande parte da inquietude que causam, porque as fadas são em si criaturas da matéria prima da vida.

O reino das fadas é um mundo de misterioso encanto, de cativadora beleza, de malícia, de humor, júbilo e inspiração, de terror, de riso, amor e tragédia. Todavia, é um mundo para ser penetrado com extrema cautela!

Texto pesquisado e desenvolvido por

ROSANE VOLPATTO

NOMES DADO AS FADAS:

Fair family / Fair Folk : Apelido galês.

Verry Volk-Gower: Apelido galês.

Fees: Apelido dado no norte de Inglaterra.

Good Neighbors:Apelido Escocés e Irlandês.

Wee Folk: Apelido Escocês e Irlandês.

The Green Children: Apelido dado na literatura medieval.

Still-Folk : Apelido da região montanhesa Escocesa.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 6:27 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Sábado, Março 29, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Mudei a música aqui no meu Reino. Espero que gostem.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 8:27 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 3

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[Quinta-feira, Março 27, 2008]

Salve Povos de Todas as Raças e Reinos!!!

Gente, eu nem acredito! Fui a primeira a me inscrever no novo contest da Marcia (Bewitched), na categoria Fadas e ganhei um selo L I N D O !!!
Obrigada Ma! Amei!

Beijos com a Benção das fadas!

por Tanta * 7:58 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 5

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[Sexta-feira, Março 07, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Ando sem assunto e com a cabeça meio quente, então vai aí mais uma imagem que acabei de fazer.

Beijos a todos os viajantes com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:59 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 9

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[Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Se alguém estiver interessado em ter no seu blog, site ou qualquer outro uso uma das minhas imagens (em alta resolução) entre em contato comigo através do último post.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 7:56 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 0

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[Terça-feira, Fevereiro 12, 2008]

Salve Criaturas de Todas as Raças e Reinos!!!

Depois de ter o computador detonado, tudo deletado... e na volta encontrar meu Reino (blog) praticamente extinto (problemas no provedor), consegui colocar tudo em ordem!

No próximo post espero ter alguma coisa de valor para compartilhar. Por agora vou colocar somente mais uma imagem.

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 11:04 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 2

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[Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!

Queridas amigas e viajantes, meu computador pegou um vírus e precisou de uma reforma total. Conclusão: perdi tudo que já estava pronto para colocar aqui no meu Reino.
Não importa. Farei tudo novamente. Um recomeço no novo ano.
Peço que vocês tenham paciência pois ainda estou sem computador. Vou responder a todos os comentários, mas vai demorar um pouquinho.
Todos continuam sempre muito bem vindos!

Beijos com a Benção das Fadas!

por Tanta * 10:24 AM

CÍRCULO DAS FADAS: 1

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[Sábado, Janeiro 19, 2008]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!!!

Aqui estou de volta. Hoje vou postar uma poesia de uma artista maravilhosa que encontrei viajando por outros Reinos. Ela se chama Carolina Salcides.

Como a Natureza

Decifro-me para ti aos poucos
Mostro minhas formas
Meus rostos
Tudo que adoras.
Não te encherei de filosofias
Porque não as tenho.
Tenho sentidos e fortes intuições
Que sigo de corpo e alma
Sem razões...
Porque a razão nem sempre me satisfaz..

Sou como a mãe natureza
Sou fugaz.
Minha certeza é passageira
Amanhã já não sei mais.
Um dia sou caçadora
No outro posso ser caça.
As estações passam
A lua muda
Como eu haverei de ser a mesma?
Sabes que não sou...

Hoje sou tua.
Posso ser amanhã também.
Mas sempre serei minha...
Pois sou como a natureza
Mesmo que me arranquem todas flores
Não deterão minha primavera.

Eu nasci para exalar
Toda beleza, todo amor.
Toda vida que há em mim
Sou mulher, flor.
Sou montanha
Pedra e espinho.
Sou assim, sempre assim.
Do mundo
Tua
De mim.

Por Carolina Salcides

Beijos e que a Benção das Fadas acompanhe a todos!

por Tanta * 6:16 PM

CÍRCULO DAS FADAS: 5

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[Quarta-feira, Dezembro 12, 2007]

Salve Povos de todas as Raças e Reinos!!!

Estarei longe de meu Reino por algum tempo mas não poderia me audentar sem desejar a todos que me visitam um Feliz Natal.
Obrigada por me visitarem, pelos comentários e pelos votos.

A todos os visitantes, de todas as Raças e Reinos, desejo:

Considerem como um presente. Quem quiser pode levar para seu próprio Reino.
Que a Benção das Fadas recaia sobre todos no Natal e no Ano Novo!

por Tanta * 9:55 AM Fadas: 1
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